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| 29.12.2004 |
CARTOLA VIA SARGENTO

A obra de Cartola recebe mais um afago de Nelson Sargento ainda este ano. O sambista se encontra com a cantora Cláudia Savaget nesta quinta-feira, dia 30, a partir das 21h, no Songbook Café. A proposta é relembrar histórias e músicas do criador da Mangueira e do Zicartola, dois endereços imprescindíveis na genealogia do samba. Acho que vou nessa, já que tô mesmo precisando lavar a alma.
Anote o endereço e tente aparecer também: Rua Conde de Bernadote, 26, loja 116, no Leblon paradisíaco de Manoel Carlos. E é igual novela: grátis! (risos)
Escrito por Monica às 01h38
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| 28.12.2004 |
CINCO NOVOS APRENDIZADOS DE UMA RECÉM-SEPARADA

1. Se coloque sempre no lugar do outro para não feri-lo sem necessidade
2. Descubra os erros que cometeu e faça uma lista, de modo que não os repita jamais
3. Mude o cabelo, veja um bom filme, procure os amigos, gaste uma tarde na praia. E cuide muito bem de você!
4. Não adie a tristeza, não tema a solidão, nem tenha medo de capitular se sentir que fez burrada
5. E lembre-se: O tempo modifica tudo. Da mesma forma que modela novas paixões e cimenta rachaduras, ele também é capaz de trazer o seu amor de volta
(A vida é tão surrealista quanto esta pintura de Salvador Dalí)
Escrito por Monica às 01h39
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| 24.12.2004 |
CINCO VONTADES PARA 2005

1. Emagrecer o suficiente para caber nas minhas roupas
2. Comprar a Virago dos meus sonhos
3. Voltar para o jornalismo diário
4. Escrever mais contos, mais poesias. Escrever mais
5. Ser menos ávida
(Ok, esqueçam esse lance de férias. O Fusca volta a rodar normalmente a partir de agora)
Escrito por Monica às 17h30
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| 23.12.2004 |
DEFINIÇÕES (Verissimo)

O espírito de Natal traz sentimentos de solidariedade e congraçamento universal. Mas o espírito de Natal, como se sabe, dura uma semana. Como seria se, em vez do exemplo de Cristo, nos defrontássemos com uma emergência definidora de caráter? Como o anúncio de que um asteróide iria se chocar com a Terra, e não houvesse nada a fazer para evitar o nosso fim?
Como nos comportaríamos? Nos convenceríamos, finalmente, de que somos uma única espécie frágil num planeta precário e viveríamos nossos últimos anos em fraternidade e paz ou reverteríamos ao nosso cerne básico e calhorda, agora sem qualquer disfarce?
Nos tribalizaríamos ainda mais ou descobriríamos nossa humanidade comum, e como eram ridículas as nossas diferenças? Jogaríamos nosso dinheiro fora ou cataríamos o dinheiro que os outros jogassem fora pensando na remota possibilidade, ainda mais com reais, e comprar um lugar no último foguete a deixar a Terra antes do impacto?
Perderíamos todo interesse nos prazeres da carne e trataríamos de salvar a nossa alma ou, pelo contrário, nos entregaríamos à lascívia, ao deboche e à gula, pagando tudo com cheques?
Como os cientistas nos diriam até o segundo exato do choque com o asteróide com alguns anos de antecedência, seríamos a primeira geração sobre a Terra a viver com a certeza pré-calculada do seu fim — e a última, claro. Muitas seitas através da História e até hoje estabeleceram a hora e o modo do mundo acabar e se prepararam para o evento. Nós seríamos os primeiros com evidência científica do fim em vez da crença, o que nos levaria a tratar a ciência como hoje muitos tratam as crenças. Pois só a desmoralização total da ciência, só chamar seus sistemas de ocultismo e seus cálculos de feitiçaria, nos daria a esperança de que o asteróide, afinal, passaria longe.
E se existissem mesmo foguetes salvadores e bases na Lua e em Marte esperando os sobreviventes, estaríamos diante de uma situação “Titanic”. Quem vai nos foguetes? Tem que ser americano? Quanto custaria uma terceira classe? Aceitam cartão?
E outra coisa. Haveria uma natural hierarquização na escolha dos homens para fugir do planeta condenado. Quem iria? Os fortes e férteis, para continuar a raça humana em outro planeta, certo. Médicos e técnicos, claros. Empreendedores, para abrir negócios. E cronistas de meia-idade (ou, vá lá, dois terços de idade), sem dúvida. A Humanidade precisaria de cronistas, para lhe explicar seu destino desconhecido e distrai-la. Muito mais do que velhinhas sem qualquer serventia ou crianças que só irritariam todo o mundo com seu choro. Cronistas são indispensáveis! Ou então espero que aceitem reais.
(Publicado no jornal O Globo de hoje. Achei tão bacana que interrompi brevemente minhas férias.com. A foto é do interior de um balão, viu?)
Escrito por Monica às 13h02
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| 20.12.2004 |
FÉRIAS.COM

Aproveitando as férias no sentido real, resolvi dar uma freada no fusca virtual. Se pintar saudade, me convide para um chope ou um cinema. Ou me dê um sorriso cúmplice ao ver esta imagem bem 'a minha cara': de garota radical! E até a próxima buzinada!
(Só para constar: essa foto é de dezembro de 1977)
Escrito por Monica às 16h22
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'MOON RIVER'

Na noite de sábado, me deliciei - na companhia sempre ótima da amiga Naila - com o clássico 'Bonequinha de Luxo', estrelado em 1961 por Audrey Hepburn. Elegante e volúvel, a bela destrambelhada Holly Golightly se apaixona pelos homens na mesma proporção de suas fortunas. Até conhecer seu grande amor: o escritor Paul Varjak (George Peppard). Bem que a garota de programa tenta se desvencilhar do galã sincero de olhos azuis, mas é impossível, já que ela também está apaixonada por ele.
É desses filmes que fazem a gente sonhar em viver um romance maravilhoso, seja lá como for. De preferência, embalado pela trilha sonora perfeita de Henry Mancini...
Escrito por Monica às 12h09
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EU SOU ASSIM...

'Meu mundo é hoje Não existe amanhã pra mim Eu sou assim Assim morrerei um dia Não levarei arrependimentos Ou o peso da hipocrisia'
(Wilson Batista, no clássico 'Meu mundo é hoje'. O desenho é da Hanna Barbera: Tio Tomás e Chorão na 'Corrida Maluca')
Escrito por Monica às 10h28
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| 19.12.2004 |
SENHAS

'Eu gosto dos que têm fome Dos que morrem de vontade Dos que secam de desejo Dos que ardem...'
(Adriana Calcanhotto)
Escrito por Monica às 12h31
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| 16.12.2004 |
FOTOGRAFEI VOCÊ NA MINHA POLAROID

Olha de onde vem a minha paixão por fuscas... Eu, miudinha, miudinha, esparramada no capô do carro, observada pelo meu primo Márcio André (que hoje é um truculento policial) e minha mãe ainda bem novinha.
Escrito por Monica às 18h56
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EPISÓDIO VI

Coloco minha certidão original de nascimento dentro de livros que quero viver. Minha certidão está cheia de durexes amarelos. Entrei num livro de gastronomia e engordei. Entrei no caminho de Swan e fiquei doente numa cama. Agora decidi jogar a certidão no livro escrito por Deus: ela fica esticada numa tela de arame, ouvindo a voz da minha mãe e entra ar por ela e a rua a deixa carcomida. Por esses buracos vaza o sol.
(Mara Coradello, espetacular como sempre, no livro 'Paralelos - 17 contos da nova literatura brasileira'. E a certidão é a minha, com direito ao nome completo da pessoa... risos)
Escrito por Monica às 15h58
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| 15.12.2004 |
CADÊ TERESA?

Nós, apaixonados por música, ganhamos mais um blog dedicado ao tema. É o Cadê Teresa?, do meu irmão Leo Lichote, com participação afetiva da Paulinha Lacerda, dona do coração do cara. Aumentem o som na caixa e ajudem a desvendar filosoficamente onde a tal Teresa se escondeu!
Escrito por Monica às 11h20
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MICARETA LITERÁRIA

Começa hoje a 'Micareta literária' que marca o lançamento da revista-livro Paralelos. Os organizadores capricharam na programação, que vai durar três dias na Livraria Dantes, super bem localizada na charmosa rua Dias Ferreira, no Leblon carioca. Espia só o que vêm por aí:
Dia 15 (quarta) - Lançamento oficial, a partir das 20h. Os 18 autores autografam em mesas de escritório personalizadas ao longo da calçada entre a rua Fernando Azevedo e a Livraria Dantes. Rola uma espécie de cortesia de chope Devassa.
Dia 16 (quinta) - Conversa de botequim e leitura com os escritores 'paralelos': Antonia Pellegrino, Augusto Sales, Crib Tanaka, Francisco Slade, Mara Coradello, Mariel Reis, Pedro Sussekind, Paloma Vidal e Simone Paterman e outros. O ateliê culinário vende um PF de botequim por R$ 10. O som fica por conta de David Cole e Lucas Santtana (Sensorial Sistema de Som): som dub ambiente para o recital aberto.
Dia 17 (sexta) - FESTA NA RUA! Som com DJs Paralelos + Projeto « Na Tábua » com o escritor e agitador cultural gaúcho Paulo Scott (Ainda Orangotangos, Livros do Mal). Elenco Djs: Cecília Giannetti, JP Cuenca, Gustones, Salgueirinho, Jaime, Flávio e Sales. Convidados especiais: Paulo Scott, Paulo Roberto Pires e Marcelo Moutinho, entre outros.
Escrito por Monica às 09h52
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| 14.12.2004 |
CINCO AUTORES DE MÚSICAS DE FOSSA

1. Maysa Matarazzo
2. Roberto e Erasmo Carlos, parceria fantástica
3. Antônio Maria
4. Tom Jobim e Vinicius de Moraes, imbatíveis!
5. Lupiscínio Rodrigues (atendendo às buzinadas)
Escrito por Monica às 17h20
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| 13.12.2004 |
DEZ ANOS DEPOIS...

Este cara aqui é o Marcos Machado, que me ensinou alguns segredos de Direção de Arte na Escola Técnica de Comunicação (Etec). Na época, eu não passava de uma menina gorda que usava saias até os joelhos e estava saindo da Igreja Batista para começar uma vida nova no mundo gay (muitos risos). Super 'da galera', Marquinho já era a sensação da escola, em (grande) parte pela bundinha redonda e gostosinha que ele tem (até hoje!).
Foi na companhia do Marquinho e dos também professores Magda Valente e Marco Aurélio Cidade que bebi meus primeiros copos de cerveja e isso vale mais que muitas aulas de qualquer assunto do planeta! Nos reencontramos uma década mais tarde: nesta tarde aí, mês passado, no Getúlio. Beijão para você, mestre!
Escrito por Monica às 16h52
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COPACABANA, 1950

Pessoas, por favor, reparem nos carros! E olhem como ela era apertadinha (risos)... Taí a minha, a sua, a nossa Avenida Atlântica nos anos 50. Pura mágica, não?
Escrito por Monica às 11h30
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| 12.12.2004 |
SOBRE AS POSSIBILIDADES

'As portas são inumeráveis. A saída é uma só. Mas as possibilidades de saída são tão numerosas quanto as portas'
(Franz Kafka)
Escrito por Monica às 09h51
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| 11.12.2004 |
DA SÉRIE 'COMO É BOM TER AMIGOS!'

O sábado é de Raphaela Cotrim, atriz magnífica, amiga para todas as horas e motoqueira das boas. Um mero encontro vira cena de filme porque ela encanta como poucos. Obrigada pela prosa, pela alegria e pelas voltinhas na 'Jussara', querida!
Escrito por Monica às 11h12
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| 10.12.2004 |
MILSHAKESPERIANA

'Já amei mulheres de feições diversas Por suas mais diversas qualidades, mas sempre alguma sombra de defeito Pairava sobre a graça mais perfeita E desfazia o meu encantamento. Mas você é tão bela e tão perfeita, Parece feita da pequena parte De perfeição que há em cada criatura.'
(Poema de Geraldinho Carneiro mais foto clássica do filme 'Persona', de Ingmar Bergman)
Escrito por Monica às 14h03
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VOVÔ FAZENDO SUCESSO

Escrito por Monica às 12h19
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| 9.12.2004 |
CLAUDIA HOLANDA

Eu e Claudinha nos relacionamos feito irmãs, com direito a maior sintonia da paróquia, o que inclui vocabulário próprio e diversão egoísta (porque ninguém entende do que achamos tanta graça...), mas também a uma cacetada de brigas. Bicho, a gente quebra o pau e arrebenta a sapucaia. Porém, em menos de meia hora já rola aquela campanha geral de desarmamento (gargalhadas).
Bem, tudo isso só para avisar que essa carioca do Recife se apresenta esta noite no Antonino, na Lagoa. O show começa às 21h30 e eu vou tentar chegar a tempo. Só a título de pressão: ela vai cantar uma música que fizemos em parceria há coisa de três anos.
Escrito por Monica às 08h18
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| 8.12.2004 |
'EU ACHO QUE A GENTE SÓ LEVA DA VIDA A VIDA QUE A GENTE LEVA'

Taí a minha homenagem pelos dez anos sem Tom Jobim. Ao mesmo tempo, também realizo algumas despedidas interiores.
Eu não existo sem você
Eu sei e você sabe já que a vida quis assim Que nada neste mundo levará você de mim Eu sei e você sabe que a distância não existe E todo grande amor só é bem grande se for triste Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer Pois todos os caminhos me encaminham pra você
Assim como o oceano só é belo com luar Assim como a canção só tem razão se se cantar Assim como uma nuvem só acontece se chover Assim como o poeta só é grande se sofrer Assim como viver sem ter amor não é viver Não há você sem mim Eu não existo sem você
(Parceria de Tom e Vinicius de Moraes)
Escrito por Monica às 08h38
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| 7.12.2004 |
DE REPENTE OU PRA SEMPRE?

Homens que dançam tango Mulheres que acordam cedo Homens que guardam datas Mulheres que têm segredos
Homens de toda idade Mulheres até genéricas Homens que são de verdade Mulheres de toda América
Homens no sinal verde Mulheres de batom vermelho Homens que caem na rede Mulheres pra dar conselho
Mulheres que tocam guitarra E homens que tocam tantan Homens de sobretudo E mulheres sem soutien
Homens que enrolam serpente E mulheres que vão na frente Homens de amar de repente Mulheres de amar pra sempre
('Gosto de homens e de mulheres', letra inédita de Ana Carolina, de quem sou não-fã confessa)
Escrito por Monica às 10h26
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| 6.12.2004 |
VIDA QUE SEGUE

'O máximo que pode acontecer é tudo dar errado. E isso não é grave. Ainda estou viva'
(Bianca Ramoneda, no livro 'Só'. Retrato de Carol Maia)
Escrito por Monica às 09h15
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| 3.12.2004 |
QUELÉ NA VIRADA

Antes da explosão de fogos no réveillon, uma voz muito brasileira será ouvida pela multidão que se aglomera na orla carioca: a da rainha Clementina de Jesus, quebrando tudo no clássico 'Benguelê', escrito por Pixinguinha. Com esta trilha sonora de primeira, arrisco um palpite: Um 2005 espetacular está vindo por aí...
(Imagem colhida no Tonga da Mironga)
Escrito por Monica às 13h00
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| 2.12.2004 |
HOJE É DIA NACIONAL DO SAMBA!

O samba é meu dom Aprendi bater samba ao compasso do meu coração De quadra, de enredo, de roda na palma da mão De breque, de partido alto e o samba canção
O samba é meu dom Aprendi dançar samba vendo o samba de pé no chão No Império Serrano, a escola da minha paixão No terreiro, na rua, no bar, gafieira e salão
O samba é meu dom Aprendi cantar samba com quem dele fez profissão Mário Reis, Vassourinha, Ataulfo, Ismael, Jamelão Com Roberto Silva, Sinhô, Donga, Ciro e João
O samba é meu dom Aprendi muito samba com quem sempre fez samba bom Silas, Zinco, Aniceto, Anescar, Cachinê, Jaguarão Zé com Fome, Herivelto, Marçal, Mirabeau e Henricão
O samba é meu dom É no samba que eu vivo e do samba que ganho meu pão É no samba que eu quero morrer de baquetas na mão Pois quem é de samba meu nome não esquece mais não
(Belíssimo samba de Paulinho Pinheiro e Wilson das Neves casado com foto escura de propósito de Monica Ramalho)
Escrito por Monica às 07h39
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| 1.12.2004 |
PARA FAZER ALGUMAS CRIANÇAS FELIZES
Este Fusca comunicativo está recolhendo, até o próximo dia 15, brinquedos para distribuir entre os miúdos carentes. Pode ser uma bola nova, um caminhãozinho usado, uma boneca de pano cheia de personalidade. Enfim, o que a gente quer é levar um pouco de alegria para essa criançada, cujos pais vacilaram ao calcular o preço de uma infância feliz.
As crianças, eu e a dona desta idéia maravilhosa - a querida Michelle Bragança, que cuida das doações natalinas há anos - agradecemos a participação de cada um de vocês.
Escrito por Monica às 16h09
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OLIVETTI LETTERA 25
Sabe como é: assim que o Natal desponta no calendário, as pessoas deixam aflorar seus instintos mais inacreditáveis de bondade. Este ano, seu Ivan foi o primeiro da fila. Quando soube que eu queria comprar uma máquina de escrever, me deu de presente a sua autêntica Olivetti Lettera 25. Já estou aqui, toda feliz, catando milho no brinquedinho 'novo'. Obrigada, pai!
Escrito por Monica às 09h57
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